segunda-feira, 20 de setembro de 2010

#ficaadica

Bom dia!!!
De volta aos posts, eba!!! 

Como eu havia postado há um tempo, eu fui selecionada para ser uma Disney Cast Member!!! Realmente, é uma sensação maravilhosa saber que vc vai fazer parte da equipe de uma das maiores empresas de entretenimento do mundo!!! (A 9ª, de acordo com o último ranking!). E, agora, tá tudo certo, girls!!! Tô na correria de pagar taxas, agendar visto, comprar passagem... Mas, em APENAS DOIS MESES, eu embarco para os 3 meses mais mágicos da minha vida - pelo menos é o que todo ex-Cast Member diz!!! 
Por isso, o clima de viagem e intercâmbio pairou sobre mim e, ultimamente, só consigo pensar em dólares, malas, presentes, viagens... aiaiai!!! 

Junto com isso, tem as queridas amigas Flá, Ju e Marília, que há alguns meses estão planejando o intercâmbio delas pro Canadá. Eu sou SUPER suspeita quando se trata de Canadá, afinal, meu primeiro intercâmbio e minha primeira viagem internacional foram pra lá! Eu simplesmente AMO aquele país, acho o máximo de desenvolvimento e beleza natural! =) 



Bom, como elas tão nessa há muito mais tempo que eu, tem até um blog-diário lindo e, enquanto não chegam em terras gélidas canadenses, elas postam dicas sobre o Canadá, sobre intercâmbio de estudo e divagam sobre como morar em um lugar diferente, com pessoas diferentes, de clima totalmente diferente e, ainda, deixar as pessoas que tanto amam por alguns meses... 



Prestigiem! ;)

***Ah é, sem esquecer! São minhas três amigas mais branquelas! Imaginem como elas voltarão após 4 meses de inverno intenso... hehehehe Boa sorte, suas lindas! ;)

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domingo, 5 de setembro de 2010

Trabalho legal da facul!


Aaai.. Essa semana eu tive um trabalho da faculdade MUITO legal pra fazer, que ficou tão bonito, que eu resolvi compartilhar!haha #modesta


hahaha Mas é sério, foi bem divertido! Mobilizei a casa inteira e folheamos todas as revistas mais interessantes (leia-se Marie Claire, Gloss, Criativa, Nova...) até achar elementos indispensáveis para fazer colagens loucas! Claro que os temas eram relacionados com Moda e Beleza, né?! hehhe Difícil fugir disso!!! 

Aí vão as duas colagens (nada de Photoshop, só na base de tesoura+cola mesmo!) :


Ok, na hora de digitalizar as extremidades superiores e inferiores foram um pouco cortadas, mas dá pra entender mesmo assim! =)

E que o feriado prolongado esteja ótimo! 

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terça-feira, 13 de julho de 2010

Como uma Fênix!

Após um jejum de dois meses - por diversos motivos, dentre eles, o final do semestre da Faculdade... O daqueles dias volta, renascido das cinzas, como uma Fênix! ;)
Confesso que eu estava morrendo de saudades dele! Mas agora, de férias, poderei dar a atenção que ele merece!

E para celebrar essa volta, nada como apresentar um trabalho, né? Esse vídeo foi produzido por mim e pela Gabi e é o nosso Projeto Multimídia - um dos quatro projetos que precisamos cumprir para conclusão de curso!!!
Como nossa ideia principal era unir Moda com Multimídia, tivemos essa ideia louca de realizar um desfile virtual, no qual as estampas seriam as protagonistas. Trata-se de um desfile de moda conceitual! E de onde surgiu a inspiração?! Alexander McQueen! Espero que vcs gostem! Através de um software de edição, inserimos as estampas que criamos (imagens ou animações!) e compusemos uma coleção totalmente virtual!

Créditos à querida Luiza Botelho, que foi nossa modelete!





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segunda-feira, 3 de maio de 2010

daqueles dias ENTREVISTA: Vera Egito

Ela já foi apresentada no post anterior e agora a entrevista na íntegra para vocês. E nossos sinceros agradecimentos a Vera, que aceitou tão gentilmente participar dessa entrevista pro blog e tá aí, uma pessoa meiga e ao mesmo tempo muito batalhadora e que pode - e deve - servir de exemplo para nós universitárias!



dd: Em ambos os curtas há uso reiterado de personagens centrais femininas. Esse é um traço auto-biográfico? Por quê?

V: Talvez seja um traço auto-biográfico na medida em que tudo que fazemos tem a ver com nossas trajetórias pessoais. Mas, certamente, não foi um ato deliberado no sentido de retratar a mulher no cinema. As personagens de “Espalhadas pelo Ar” e “Elo” foram, antes de qualquer coisa, personagens. Ações dramáticas que desencadeiam uma narrativa. Na verdade, se a gente pensar bem, é meio engraçada essa pergunta. Porque quando um diretor escreve e dirige um filme cujo protagonista é masculino, ninguém pergunta para ele “Por que você decidiu contar a história de um homem?”. Porque protagonistas masculinos são o normal e uma protagonista feminina ainda é anormal. Lembro que na época do desenvolvimento do roteiro do Espalhadas na ECA alguns colegas (meninos) apontavam como um problema os personagens masculinos serem coadjuvantes. Diziam que eles precisavam ser desenvolvidos. E eu me perguntava o porquê. O motivo era que um personagem masculino secundário e um feminino principal ainda causava estranheza no cinema. Mas minha decisão nunca foi política. As protagonistas são mulheres porque era a história delas que eu tinha para contar. Estou escrevendo meu primeiro longa agora e o protagonista, Leon, é um rapaz. Não sei explicar o motivo. Só sei que precisava falar dele. E, certamente, também em Leon há traços auto-biográficos. O que faz a gente se identificar com um personagem não é o gênero, mas sim sua trajetória heróica. Em Guerra nas Estrelas, por exemplo, eu sempre fui o Han Solo. Jamais quis ser a Lea.

dd: Você costuma retratar bastante a adolescência em seus filmes. Você acha que houve uma modificação de valores da geração atual para a sua?

V: Acho que os valores sim mudaram. Tendo a ver uma melhora já da minha geração para a de hoje. A questão da sexualidade, por exemplo, evoluiu bastante. Meninas e meninos têm cada vez mais abertura para experimentar e/ou assumir a homossexualidade. O acesso à arte e à informação também é incrível, fascinante. Lembro de com treze anos ir com meu irmão mais velho à Galeria do Rock procurar por discos que não encontrávamos em lugar nenhum. Hoje você pode conhecer os artistas mais undergrounds do mundo inteiro pelo myspace. Eu acho isso lindo. Sério mesmo. São tempos maravilhosos para ser jovem. Claro que há problemas. Mas eles sempre existem em todas as gerações. E é função do jovem vencê-los.

Fui para Cannes com a Nathalia Zemel, atriz do Elo. Na época ela estava com 18 anos. Desde as filmagens já éramos amigas. A Nathi tem acesso a um monte de coisas, é cheia de referências e idéias. Hoje está estudando moda. Tenho certeza de que um adolescente assim não seria possível vinte anos atrás. Conhecer as coisas era muito mais difícil. Debatê-las também.


dd: Como rolou sua vida acadêmica: você se envolveu em projetos extra-curriculares, fez freelances ou só se ateve aos trabalhos acadêmicos?

V: Me envolvi com tudo que pude. Fiz assistência de elétrica, de câmera, de direção. Meu primeiro filme foi um curta da Júlia Zakia, A Estória da Figueira. Fui segunda assistente de direção. Hoje a Jú é minha amiga. Amo o trabalho dela. Trabalhei também com vídeo institucional como assistente de direção e roteirista. Fiz algumas assistências de direção em publicidade também. Isso ainda na Faculdade. No terceiro ano fui segunda assistente de direção de O Cheiro do Ralo. Foi um divisor de águas. Uma experiência definidora. Acho que por isso fiz o curso em seis anos, em vez de quatro, que seria o normal. Mas valeu a pena. Esses trabalhos me fizeram chegar ao Projeto de Conclusão de Curso – o Espalhadas pelo Ar – com uma visão bastante diferente da dos colegas que nunca tinham tido contato com o mundo profissional. É muito importante ter essa disposição quando se é estudante ou recém-formado. Fazer tudo que aparece pela frente. Às vezes, no primeiro ano da faculdade, você já acha que é um gênio, que nasceu para ser diretor. Pode até ser que sim, mas há muito o que aprender até fazer seu próprio filme. E ralar como estagiário é essencial para entender como as coisas funcionam. Tem uma coisa de disciplina e hierarquia em cinema que você só entende quando trabalha em funções variadas.


dd: O que a vivência universitária trouxe para sua vida?

V: Trouxe tanta coisa. Outro dia fui a ECA buscar uma documentação para o meu DRT. Estava subindo as escadas e cruzei com uma turma saindo da aula de história do Calil. Aquilo me deu um aperto no coração. Eles eram tão novinhos… Claro que eu me vi ali alguns anos atrás. Foi um tempo muito intenso de descobertas. Digo descobertas relacionadas ao conhecimento mesmo. Todos os filmes a que assistíamos, os textos que tínhamos de escrever, os debates, os vídeos que fazíamos em grupo. Foi um turbilhão. Quando entrei na ECA achava que queria fazer cinema, mas não sabia exatamente como, em que função. Também não sabia o porquê disso. Saí da ECA com o Espalhadas estreando no Festival de Brasília. Saí diretora. A faculdade me formou intelectual e profissionalmente.


dd: Você acredita que a formação acadêmica seja imprescindível para ser bem-sucedido numa profissão? Foi para você?

V: Esse termo “bem-sucedido” é estranho, não é? Ser bem-sucedido é o que exatamente? Pode ser ganhar muito dinheiro com a sua profissão. Pode ser ter um cargo de comando. Na verdade, eu não acho que seja nada disso. Ser bem-sucedido é ser feliz. É estar em paz com o projeto que traçou para si mesmo e a maneira como consegue realizá-lo. E, nesse sentido, não importa se você fez faculdade ou não, se você ficou rico ou não, se você sai ou não sai nas revistas. Importa a satisfação que tem com sua produção e com seu caminho. A faculdade, como disse, foi importantíssima para a formação do meu pensamento cinematográfico, para minha capacidade de análise e intelecção e para fundamentar meu conhecimento formal. Acho que assim deve ser para todos. Há brilhantes cineastas que não estudaram cinema. Há brilhantes cineastas que sequer têm nível superior. As trajetórias são diversas. Mas, para mim, a ECA teve sim um papel fundamental.


dd: Para sua idade, você pode ser considerada bem-sucedida e reconhecida no seu ramo de atuação. Que parcela de importância você acredita que tenham o talento, o esforço e os contatos no meio?

V: Olha o “bem-sucedido” aí de novo. Mas eu acho que eu sou sim bem-sucedida especialmente a partir da minha concepção para o termo. Sou feliz com o que venho realizando e satisfeita com minha trajetória até aqui. Acho que é preciso tudo isso junto. Sendo que “contatos no meio” é o mais questionável. Eles podem te ajudar, te atrapalhar ou podem ser absolutamente indiferentes. Fiz dois curtas com financiamento do governo e, em ambos os casos, não conhecia e nem sabia quem eram as pessoas do júri. A mesma coisa aconteceu com o júri de Cannes e de outros Festivais em que os filmes estiveram. Depois tive a oportunidade de conhecer algumas dessas pessoas e percebi que elas, de fato, amavam os roteiros e filmes submetidos a seu crivo. E é isso o que conta. Falo isso para um monte de amigos que pensam em inscrever projetos em concursos e festivais mas acham que não vão ganhar: tentem. Os projetos que tive contemplados por prêmios e selecionados para festivais conquistaram seus lugares por si só. Existe um outro fator aí que não foi mencionado na pergunta e que é, esse sim, essencial: sorte. É preciso se esforçar, ser cdf, concentrado. É preciso ser considerado talentoso por alguns, pelo menos. E é preciso sorte para encontrar esses “alguns”. Quando conheci o trio de seleção da Semana da Crítica lá em Cannes eles vieram conversar comigo e dizer o quanto tinham gostado do Elo. Joséphine Lebard, em especial, era apaixonada pelo curta. Ela não sabia quem era Elis Regina e, mesmo assim, amou a pequena história. Fiquei pensando que tremenda sorte ter essa moça no meu caminho. Pois o corpo de um júri é algo absolutamente aleatório. Poderia ser outra pessoa que não se identificasse tanto com o filme e aí, as coisas poderiam ser diferentes. Sorte é bem importante. Mas você tem de estar pronto pra quando ela chegar. Se Joséphine estivesse no júri, exatamente como estava, mas minha equipe e eu não tivéssemos dado o duro que demos e feito o filme, não adiantaria nada essa sorte.


dd: Você acha que a mulher ainda sofre algum tipo de preconceito ou maiores dificuldades de inserção na área do Audiovisual?

V: Não, não acho. Já ouvi histórias de meninas que se sentiram desrespeitadas profissionalmente – na percepção delas - por conta de seu sexo. Eu nunca vivi uma situação assim. E acredito que, se aconteçam, seja por culpa de preconceitos pessoais que não representam uma classe. Fazer cinema é muito difícil. A cobrança é muito grande. Você tem de provar que pode a cada passo, a cada projeto. Nunca vi nenhum amigo (homem) tendo moleza. Todos trabalham muito duro. Acho mesmo que o cinema é uma das poucas áreas onde há uma meritocracia de fato. Minha família não é rica nem de artistas famosos. Não estudei em colégios influentes. Ainda assim, venho conquistando as coisas com o trabalho e tenho tido resultados. Acho que ser uma mulher nunca me atrapalhou e nem me ajudou em nada. Claro que, no geral, quando digo que faço cinema me perguntam se eu sou atriz. Dizer que sou diretora e roteirista soa um pouco forte para uma mocinha de rímel nos cílios. Mas não chega a provocar nenhuma reação negativa. No máximo um espanto: “Diretora? Jura?”. Pois é… juro.


dd: Com relação à moda, é perceptível que você tem um estilo próprio marcante. Você tem alguma inspiração ou referência? Você se preocupa com isso?

V: Me preocupo com isso sim. Até um tempo atrás não me preocupava tanto. Na época da faculdade eu era muito dura, não gastava muito dinheiro nem muito tempo com roupa. Sempre fui vaidosa, mas não tinha essa preocupação com um estilo. Quando comecei a trabalhar passei a me sentir mal-vestida em muitas situações e isso é horrível. O tênis e a camiseta velhos não funcionavam mais. Aos poucos fui ficando mais atenta a referências e estilos. Minha mãe sempre foi bem-vestida, sempre usou peças de muita personalidade. Acho que na adolescência eu me distanciei um pouco disso por rebeldia. O fato é que quando comecei a fazer filmes a moda se tornou um objeto para a busca de referências, um lugar onde nasciam conceitos estéticos interessantes. Passei a me informar mais. Junto vieram os primeiros trabalhos com cachê, viagens para fora do país, Festivais de Cinema. E meu guarda-roupas foi mudando. Há vários sites e blogs de moda nos meus bookmarks. Consulto com freqüência tanto para trabalhos quanto por diversão.

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domingo, 2 de maio de 2010

Diferentes gostos, diferentes festas

Nada melhor pro blog voltar com força total do que um tema bem animado, tipo festas, concordam?
Confesso que sempre fui, e ainda sou uma frequentadora assídua das festas aqui na UNICAMP. Esse semestre que dei uma maneirada, e as festas também parece que diminuíram.
Mas que sinto falta quando vou em uma festa só durante a semana, eu sinto.
Eu vim na verdade falar não das festas e tal, mas das diferenças entre elas. E tem tanta diferença que rola até um certo preconceito do pessoal que frequenta umas e outras não.
Na verdade é aquela rivalidade entre cursos que acontece em toda facul, e que pessoalmente, acho que as vezes passa dos limites.
Mas concordo que tudo é uma questão de gosto, e justamente pra não rolar o preconceito a gente precisa respeitar o gosto dos outros.
Eu, como sou arroz de festa, gosto de todas, acho que todas tem seu diferencial, seu motivo pra me tirar de casa sabe.
Lógico que tem umas que são muuuito boas e outras que são horríveis do tipo, "me arrependi de sair de casa", mas isso independe do tipo, pode acontecer com qualquer uma.
Vou tentar mostrar pra vocês, mais ou menos, como eu acho q as festas se dividem, - essa classificação é fruto apenas das minhas observações das festas que eu fui, podem variar da
percepção de outras pessoas, podem variar de uma facul pra outra ou de um curso pra outro, enfim, pra mim rola assim:
Dá pra dividir em duas categorias, pelo pessoal que organiza a balada, que cursos ou institutos, ou dá pra dividir pelo lugar no qual ela se realiza.
Ás vezes as categorias se misturam, por exemplo, o pessoal das humanas, dos cursos de história, ciências sociais, costuma fazer as festas dentro do campus mesmo.
E dai tem dois tipos de festas deles, tem umas temáticas com som legal e tal, de alguma década ou algum ritmo em especial, tipo samba, ou rock, ou musica latina, ou anos 70. E daí sempre rola umas bandas muito boas, geralmente do pessoal da facul mesmo... o espaço não eh grande, mas dá pra ficar espalhado, ocupar bem o espaço. Essas festas costumam ter bastante gente e um publico variado mesmo, gente de todos os cursos, gente arrumada, gente que acabou de sair da aula, gente que é total desapegado com vestimentas e esse tipo de coisa. Dá pra dançar nessas festas e curtir um som, mas tambem dá pra conhecer gente legal e bater um papo, pra quem gosta de dar uns beijos por ai, dá pra encontrar seu par nessas festas também, e o melhor é bem provável que o cara tenha um papo muito legal.
Além dessas as vezes esse povo faz umas festas com a musica mais abafada, e o pessoal fica sossegado, tomando uma cerveja em pé e conversando. Eu, particularmente, adoro essas (mas sou suspeita porque gosto de tudo ), acho elas perfeitas pra umas terças ou quartas-feira, que você não quer aqueela pegada porque tem aula no dia seguinte. Aí sim uma oportunidade incrível de conhecer gente super legal, e não só legal, gente com ideias bem definidas e bem diferentes, dá pra trocar ideia sobre assuntos sérios, tipo a faculdade e como ela é encarada ou sobre o que você quiser, você conhece gente que encara as coisas de um jeito que você nem tinha reparado que dava pra encarar, sabe? E ai eu vejo como é legal a festa acontecer dentro do campus da universidade, ali é o lugar que a gente compartilha tudo, conhecimento e experiência, vivência, e é lá que a gente deveria ter o direito de descobrir essas coisas, independente de estar com uma cerveja na mão ou ouvindo uma musica, festa também é lugar de trocar ideias.
Mas voltando as festas, tem as festas de república também, essas são bem legais, e daí qualquer curso pode fazer ou qualquer rep. Tem festa tradicional que as reps mais tradicionais que fazem todo ano. Tem as que os cursos usam ou alugam pra fazer suas festas. Daí tem as festas do pessoal das artes, e essas são legais porque são realmente diferentes, principalmente o pessoal das artes cénicas ou da dança costumam fazer festas temáticas, e eles vão sempre fantasiados, é um show a parte, fora as bandas que também costumam ser bem diferentes. eles tem grupos de musica que fazem covers, ou bandas que tocam musicas que a gente nem ta acostumado a ouvir. Essas festas costumam ser beem loucas, o pessoal fica meio fora do ar, mas é engraçado, tem muita gente diferente, pra algumas pessoas pode ser chocante, mas é bem legal pra quebrar tabus e preconceitos. O publico é bem misturado, tem heterossexuais, homossexuais, bissexuais, tem gente que bebe, gente que fuma, e gente que faz outras coisas, sabem?? e o legal, todo mundo convivendo em perfeita harmonia, curtindo, se respeitando, e respeitando a forma de diversão de cada um. Ah e o que eu mais gosto dessas festas são as músicas, eles tocam aquelas que marcaram a nossa vida sabe? e é engraçado demais, tipo é o tchan, spice girls, backstreet boys, todo mundo se diverte, não tem como!
Em reps também rolam umas festas das engenharias, dai é diferente, as vezes tem um dj, não profissional, e toca mais musicas da moda, toca house, funk, axé, pagode, sertanejo, de tudo, dá pra dançar muuiiito, ás vezes as festas são open bar, e daí a organização tem que ser muito boa, pra cerveja não ficar quente, pro pessoal chegar rápido até a bebida e tal... sempre tem o lado de fora da casa tbm, a musica fica mais baixa, e dá pra conversar, essas festas costumam deixar as casas lotadas, e as destas do pessoal das artes também. E os vizinhos costumam reclamar bastaaante do barulho.
E daí por ultimo, mas não menos importante, tem as festas que rolam em lugares destinados pra isso, casas de eventos. Essas são festas maiores, as vezes um pouco mais caras. costumam ter uma banda pelo menos, ou hoje em dia, uma dupla sertaneja. Tem também dj, e daí depende as vezes toca muito funk e muito axé, as vezes só toca aquelas baladinhas da jovem pan (lady gaga e cia, sabe?).
Quando essas festas são open bar, costumam ser sucesso. vai bastante gente mesmo, e a tendência é se perder de todo mundo, o que eu acho válido. Quando não é open bar as coisas complicam, porque dai são duas filas que a gente tem que pegar, e isso dá uma miada em qualquer um.
Como vocês podem ver, eu gosto de todas, e é verdade, cada uma tem o seu valor, e eu consigo me divertir em qualquer uma delas, mas se for pra eleger uma, com certeza elejo as que acontecem no campus, grandes ou pequenas, com musica alta ou não, com muita gente ou pouca, essas festas são muito legais, são as que tem o publico mais ecléctico e por isso dá pra conhecer ou só ver gente bem diferente. Mas também não dispenso uma boa festa de engenheiros com bastante funk pra mulherada descer até o chão, rs!
Mas o que eu quero deixar bem claro, é que acho que tudo ta valendo, sabe, que o legal é a gente não se deixar influenciar pelos preconceitos dos outros assim que chega na facul, é legal ir em uma festa de cada, conhecer como é e decidir sozinho do que gosta e o que vai frequentar. E se gostar de tudo, melhor, você só tem a ganhar frequentando lugares diferentes!

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quinta-feira, 8 de abril de 2010

Só pra descontrair.

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sexta-feira, 26 de março de 2010

Por que essa é a melhor fase da vida?! [1]

Uma frase que a gente ouve - e fala - tanto que até vira clichê depois de um tempo é "Faculdade é a melhor fase da vida!" Não tenho como negar uma afirmação tão real! Tanto que o título do blog que vc lê nesse momento surgiu de uma profunda (!) reflexão sobre o assunto! hahaha Mas afinal... Por que essa é a melhor fase da vida?! A partir de hoje, vou elaborar uma série de posts que contenham respostas para tal indagação! E também gostaria de contar com vcs leitoras (e leitores também, porque não?) respondendo essa perguntinha!

1. Porque lá vc conhece pessoas incríveis!

Isso é fato! Universidades costumam ser muito grandes e ter um fluxo inteeenso de pessoas! (Eu amo a UNICAMP por isso!) O que é ótimo pra ter contato com muita gente, de vários estilos, e bem diferentes daquelas que você estava acostumada a se relacionar no colégio, por exemplo! O mais legal é que suas amizades, relacionamentos e contatos não se restringem somente à sala de aula: pode-se fazer amigos de diversos cursos, em festas, bares, eventos do mundo acadêmico, etc. Não sei se há uma explicação muito coerente pra isso, mas parece que nesse ambiente as pessoas, em sua maioria, estão mais abertas para novas experiências, se livram de vários preconceitos, ou seja, estão mais propensas a conhecerem pessoas diferentes em diversas ocasiões. Isso não é lindo? Enfim, é possível fazer amigos, ter rolinhos, arranjar namorados, contatos profissionais/acadêmicos, ou simplesmente reconhecer uma pessoa porque vcs frequentam absolutamente os mesmos lugares! Mas nesse post eu vou me restringir às amizades.


Amigo-irmão

É inevitável encontrar aquele amigo brother mesmo, o melhor, o que tá sempre lá, que topa qualquer rolê. O amigo que se diverte e se f^#% com vc. Que vai pra todas as baladas, vira as madrugadas fazendo trabalhos, mata aula, toma um porre pra afogar as mágoas... Aquele que tá sempre tão presente que é mais que um amigo, é quase um irmão!




Amigo-grupo
Aquele que nem sempre frequenta os mesmos lugares que você extra-classe, mas é aquele que tem os mesmos interesses acadêmicos, a mesma visão, e aí vocês sempre acabam fazendo trabalhos juntos.




Amigo-de-república

Nem sempre uma república é formada só por pessoas do mesmo curso, ou seja, é uma convivência com pessoas que você provavelmente não teria fora da república. Como a convivência é diária, rola amizade, cumplicidade, intimidade muito fortes! São 7, 9, 10 amigos no mesmo lugar :)



Amigo-colorido

Não necessita muita explicação, né? É aquela amizade que às vezes sai um pouco do campo da amizade. Amigos acabam se conhecendo tanto e se dando tão bem, que às vezes rola aquele clima, né? Essas amizades podem até terminar em namoro. (Mas parte das colaboradoras não recomendam esse tipo de relacionamento entre amigos! hahahaha)


Amigo-de-balada

Com esse você possivelmente não tenha trocado muitas palavras - ou não se lembra delas! - mas sempre tem aquelas pessoas que você sempre encontra na balada e, por isso, acabam até se conhecendo!
Gente, a classificação é só uma brincadeirinha, tá? O que eu realmente quero dizer é que a facul traz pessoas que marcam nossa vida de uma maneira única. São pessoas que dividem com a gente momentos que guardaremos para sempre, daqueles que a gente pensa, sorri e fala "valeu a pena"! Claro que pessoas entram e saem das nossas vidas em qualquer etapa, seja no colégio, na faculdade, na profissão. Entretanto, principalmente na faculdade é que a gente vive intensamente todos os momentos e 4 anos parecem uma vida! É triste pensar que nem todas essas pessoas vão nos acompanhar depois daqui, claro que algumas sempre permanecem, seja à distância ou ao nosso lado, mas a maioria acaba seguindo caminhos diferentes. Por isso que é muito importante cultivar e aproveitar o máximo possível dessas amizades incríveis que ganhamos aqui e que compartilham conosco a MELHOR FASE de nossas vidas!!! E por que não cantar amigos para sempre lalalalalalalala, mesmo que o pra sempre seja por enquanto! ;)

Vídeo publicitário Fiat Palio Economy - "Amigos para Sempre"

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Estante Virtual

Calooorr, final de férias, volta às aulas.

Volta às aulas significa, além de acordar cedo, voltar à rotina de muvuca de folhas de xerox (que parecem simplesmente iguais!) e multa de atraso na biblioteca... ai ai!

Mas o Daqueles Dias traz uma dica que poderá facilitar as suas leituras, suas caminhadas até a biblioteca e aliviar a sua pasta de xerox. Já ouviu falar no portal Estante Virtual ? Se não, já está mais do que na hora!

http://www.estantevirtual.com.br

O Estante Virtual é considerado o maior sebo de livros do planeta! Surgiu quando o jovem administrador André Garcia, após ralar pra achar o que queria nas estantes confusas de sebos, teve a idéia de juntar todas as estantes de sebos num único lugar. Após largar seu emprego na área de marketing, criou um serviço diferenciado que facilitaria a vida de milhares de leitores em todo o país.

O site começou em 2004 com apenas 12 sebos a bordo. Conforme a eficiência e a quantidade de vendas através do site ia aumentando, mais sebos passaram por cima do preconceito que tinham com vendas online(muitos deles ainda nem tinham uma própria página na internet, atendiam apenas por telefone) e aderiram ao portal. Hoje, o Estante Virtual possui vínculo com sebos de 297 cidades brasileiras, são 1629 sebos e livreiros cadastrados e mais de 20 milhões de livros à venda. Para se ter uma idéia do sucesso do site, são feitas em média 5000 vendas por dia e são cerca de 10 buscas por segundo! Dá pra fazer buscas por título, autor, editora, sebo, estante, cidade e faixas de preço - tudo para facilitar a busca e a escolha. Tem de tudo: livros antigos, raros, nacionais, importados, revistas e gibis!

Para quem gosta de renovar sempre seu acervo, o portal lançou o Programa Nacional de Troca de Livros em que o leitor pode oferecer seu semi-novo em troca de créditos em novas compras no site ou em algum sebo de sua preferência. Além disso, o leitor pode também anunciar seu livro para uma venda normal.

Não há regras para por preços nos livros, mas o site instrui para que o desconto no usado seja de no mínimo 40% sobre o valor do livro novo já que, num site de sebos, o valor é o principal chamariz para os produtos.

A estudante de Comunicação Social da Unicamp Juliana Villiotti já comprou no site e gostou do serviço: “Achei bem organizado, fácil de encontrar o que está procurando, tem uma gama de sebos muito grande pelo país todo. Super indico esse site”. Juliana comprou um livro de um sebo de Goiás, fez o pagamento por depósito e o livro foi entregue em sua casa até antes da data prevista. Para uma maior segurança do usuário, todos os sebos e vendedores podem ser avaliados. Dessa forma, o próximo comprador poderá ler as avaliações e ficar mais tranqüilo com relação à segurança da compra.


Fica a dica! Faça seu cadastro e boa procura!

A pasta de xerox agradece ;D




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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Novas etapas - entrevistas!

Confesso que o blog anda um pouco largado! E que vergonha disso! Mal começa e já entra de férias, né? Mas como as férias tem que acabar hora ou outra, cá estou para quebrar esse jejum!

E o próximo assunto, amigas, é uma tendencinha da nossa atual vida acadêmica... Como estamos chegando na reta final (ok, nem tanto, é mais meio-pro-fim), a hora de fazer estágios ou arranjar algum job tá aí!
Assim que recebemos uma ligação agendando uma entrevista, logo vem a dúvida: "COM QUE ROUPA EU VOU?!".

Eu ainda acredito naquela velha história de que a primeira impressão é que fica. E não adianta vir com aquele falso moralismo de que aparência não conta nessas horas ou de que não é desfile de moda, é só uma entrevista de emprego...
Pra começar, tudo depende do local que você vai faze entrevista. Se é uma grande empresa, de cunho mais conservador, ou um local mais descontraído. Aí também entra um pouco da sua personalidade. Não adianta colocar um modelito IMPECÁVEL e se sentir completamente desconfortável. A sua performance na entrevista vai depender de tudo isso: de como você se apresenta, da sua segurança, se encara a situação confortavelmente...
Quanto à "etiqueta" fashion, é bom dar preferência pra um estilo casual chique, principalmente no caso de empresas mais sérias. Sempre bom atentar-se também para a aparência - estar com as unhas bem feitas (não necessariamente pintadas, mas nunca com esmalte descascado); maquiagem pode, mas nunca, em hipótese alguma, carregada; só aquele make básico mesmo, com no máximo um blushzinho pra dar um ar de saúde! Ah, acessórios também são permitidos, mas sempre discretos e delicados, ok? Decotes, fendas e peças justas, melhor guardar para outra ocasião!

A combinação calça social preta+camisa branca é quase 100% de acerto! Para o verão intenso, nada de chegar "derretida", pode optar por uma manga curta, desde que não seja nada muito cavado. Um sapato estilo escarpim, de salto médio e, para finalizar, acessórios discretos, como mini-brincos e relógios (para mostrar que você não perde hora! haha).

Agora, se você quer - ou pode ousar mais um pouquinho no glamour -, acha muito que tá muito calor ou mesmo não gosta de calça:
Ah, é sempre bom lembrar que o comprimento da saia tem que ficar bem próximo ao joelho, nada vulgar ou com fendas. Saia estilo lápis são uma boa pedida, e tão super na moda! Nos pés, melhor evitar o salto muito alto. Até com sapatilha fica bem! E pra quem precisa, o blazer é uma opção bastante elegante.

Entretanto, se você acha que não precisa de "tanto" para a primeira entrevista ou se esses looks não condizem com a vaga pretendida, pode, sim, lançar mão do jeans. Claro, nada surrado, rasgado, de cintura baixíssima, justésimo ou coisa assim. Melhor sempre dar preferência para modelos "sequinhos", com cortes retos e lavagem mais escura, até mesmo preta.


Com camisas (brancas, listradas...) sempre fica elegante! Também é legal apostar num saltinho ou numa sapatilha fofa. Acessórios discretos também são benvindos, como cintinhos, correntinhas e brinquinhos. E ah, uma bolsa nunca pode faltar, né? As de tamanho médio são ideais! E aí também tem uma dica bem engraçadinha que eu li por aí sobre o tamanho da bolsa, "assim você pode acomodá-la no colo e não demonstrar tanta ansiedade".

Pronto, amigas! Tenho certeza que vem muito sucesso pela frente, nas nossas novas empreitadas de meninas-mulheres!

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Fim de mais um semestre...

Por Tarsila

Parece que foi ontem que saí de casa. Que deixei a rotina do pastel de feira no sábado, do sítio no domingo, das roupas que desapareciam sujas e ressurgiam limpas. Já faz 3 anos que desenho a minha própria vida, organizada por mim, desorganizada por mim, construída pelas pessoas que incluí nela e pelos problemas que enfrentei.
Fecho as malas e vou para a casa em mais umas férias de verão, pensando muito no futuro. Metade do curso já se foi, começamos a falar em formatura e a minha vida daí pra frente me parece pouco desenhada. Penso que talvez pudesse ter aproveitado mais algumas aulas, ter estudado mais, ter me divertido um pouco mais.
Às vezes as coisas parecem muito vulneráveis... amizades que vão, pessoas novas que surgem para dar um reviravolta na sua vida, oportunidades que caem talvez do céu! Fecho com dificuldade minhas malas que me acompanharão para mais um período de férias, pelos caminhos que me trouxeram até aqui e que agora representam um porto seguro e ponto de partida para novos rumos.

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